Notícias do Anglo

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MAI

Quintos anos compreendem valores culturais de diferentes povos

Excursão a USP se estende ao Museu de Geociências

          Em visita ao Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE), os quintos anos do Anglinho tiveram contato com cerca de 120 mil objetos referentes à cultura de povos de até 40.000 anos atrás. A excursão ilustra o conteúdo programático dado em sala de aula, que foca as diferenças culturais e a noção de que antes da chegada de Pedro Álvares Cabral, o Brasil já havia sido “descoberto”.

          A aventura dos alunos começou a milhares de anos atrás, num passado nômade brasileiro. Época em que éramos caçadores e coletores. Na primeira parte do museu, os estudantes puderam contextualizar os Homens de Humaitá e os Homens de Sambaqui e constatar, na vastidão do acervo, o processo de sedentarismo e conseqüente concentração populacional, ocasionados pelo desenvolvimento da agricultura.

          Com exemplo da Casa Bororo, réplica dos anos 80 da tribo indígena situada no Mato Grosso do Sul, a aluna Helena lembrou-se dos objetos de palha e cerâmica, produções que caracterizavam a arte e o cotidiano dos povos. Claudio e Lucas listaram outros itens, que representam a interferência da cultura ocidental, como rádio, roda de bicicleta e desodorante.

          A professora Márcia aproveitou para ensiná-los que as culturas passam por transformações. ‘A mudança é resultado do contato com outros povos. Aspectos são incorporados sem que a identidade seja perdida’, acrescentou a educadora.

          Há uma frase do antropólogo Darcy Ribeiro que aborda o tema: ‘Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito. Nelas fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo’.

          Mas a aventura continuou; sobre ritos de passagem, Pedro viu especificidades cerimoniais para meninos e meninas; a partir dos 10 anos de idade, reforçou Rodrigo.

          Máscaras, pinturas corporais e o politeísmo africano, e um acervo arqueológico de culturas mediterrâneas, egéia, grega, etrusca, romana, mesopotâmica, egípcia ratificaram, nos alunos, o respeito às diferenças de valores, rituais e símbolos, que representam superioridade ou inferioridade entre civilizações.

          Jarina, Espinélio, Biotita Gnaisse, Calcita, Amonite, Malaquita. Não são nomes de povos, mas pedras do Museu de Geociências do Instituto de Geociências da USP, também visitado pelos quintos anos. O espaço, criado em 1934 pelo Professor Doutor Ettore Onorato, agrega 45.000 amostras de minerais, minérios, gemas, rochas, espeleotemas e meteoritos, principalmente encontrados e solo brasileiro.
 

 

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